terça-feira, 26 de agosto de 2014

BS CARE: Japão se diz disposto a entregar tratamento experi...

BS CARE: Japão se diz disposto a entregar tratamento experi...: O Japão anunciou nesta segunda-feira (25) estar disposto a entregar um tratamento experimental elaborado por uma empresa nipônica para lu...

Japão se diz disposto a entregar tratamento experimental contra ebola Medicamento experimental foi elaborado por uma empresa nipônica. Ainda não existe nenhuma vacina ou antiviral homologado contra o ebola.

O Japão anunciou nesta segunda-feira (25) estar disposto a entregar um tratamento experimental elaborado por uma empresa nipônica para lutar contra o vírus ebola.
A atual epidemia da doença já matou mais de 1.400 pessoas em quatro países da África ocidental.
"Nosso país está disposto a entregar medicamento em cooperação com o fabricante se a Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitar", declarou o secretário-geral do governo, Yoshihide Suga.
Até o momento não existe nenhuma vacina ou antiviral homologado contra o ebola. Diante da atual epidemia, a comunidade médica internacional aprovou em meados de agosto os tratamentos experimentais.
O medicamento japonês se chama favipiravir (ou "T-705"). É comercializado pela Toyama Chemical, filial da empresa de imagens FujiFilm Holdings, com o nome Avigan.
Na comparação com o ZMapp, o soro experimental americano com o qual foram tratados com sucesso dois pacientes americanos, apresenta a vantagem de ter sido homologado em março no Japão como antiviral contra a gripe e está atualmente em fase de exames técnicos nos Estados Unidos.
"Antes mesmo da OMS tomar uma decisão, estamos dispostos a responder aos pedidos individuais (de médicos) sob certas condições porque é um caso urgente", declarou Suga.
"Temos estoque suficiente para mais de 20 mil pessoas", completou.
A atual epidemia, a mais grave desde a descoberta do vírus em 1976, deixou pelo menos 1.427 mortos na Libéria, Serra Leoa, Guiné e, em menor medida, Nigéria, segundo a OMS.
Fonte: G1.com
Disponível em : http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/08/japao-se-diz-disposto-entregar-tratamento-experimental-contra-ebola.html

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Ministério estuda meios para reduzir fila de transplante de medula óssea Hoje, há cerca de 200 pacientes com doadores compatíveis, mas sem leito. Ministério propõe remanejamento de pacientes e aumento de vagas.

 Falta de doadores compatíveis vitimaram advogada de 42 anos em Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)
Atualmente, existem no Brasil cerca de 200 pacientes com indicação receber um transplante de medula que já encontraram doadores compatíveis no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), mas que não se submeteram ao procedimento por falta de vagas adequadas nos hospitais.
O Ministério da Saúde anunciou, na últimas semana, que está estudando medidas para diminuir o tempo de espera por um transplante desse tipo. Elas devem ser postas em prática no início do ano que vem, de acordo com Heder Murari Borba, coordenador do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). As medidas devem incluir o aumento do número de leitos para esse tipo de transplante, além da criação de um sistema coordenado pelo próprio Ministério para remanejar pacientes entre diferentes regiões do país.
O anúncio foi feito no XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), que aconteceu no final da semana passada em Belo Horizonte.
O Brasil fez, em 2013, 1.813 transplantes de medula óssea, dos quais 1.144 foram autólogos (o paciente recebe sua própria medula, depois que ela passa por um tratamento) e 669 foram alogênicos (o paciente recebe a medula de um doador). Dos transplantes alogênicos, 220 foram não aparentados (o doador é localizado no Redome e não na família do paciente). Este último é o procedimento mais complexo, para o qual os pacientes têm de esperar mais tempo.
Com a atual estrutura, levaria cerca de um ano apenas para realizar os 200 transplantes dos pacientes que já aguardam na fila. Segundo a médica hematologista Lúcia Silla, presidente da SBTMO, pacientes chegam a esperar mais de 30 meses a partir do diagnóstico para fazer esse tipo de transplante.
Mudanças
O governo estuda fazer com que o oferecimento de leitos para transplante de medula óssea seja coordenado pelo Ministério da Saúde. Desta forma, quando um paciente conseguir um doador compatível e não houver vaga no centro onde ele é tratado, a pasta poderá localizar outro centro em outra parte do país que possa receber o paciente para que ele faça o procedimento no menor tempo possível.
Além disso, o Ministério pretende ampliar o número de leitos nos 29 centros que já oferecem esse transplante de alta complexidade. Borba explica que, por leito, entende-se não só a vaga, mas também toda a estrutura de atendimento e a equipe multidisciplinar necessárias para esse tipo de transplante. A intenção do ministério é aumentar a capacidade para 400 transplantes de medula óssea não aparentados por ano.
Fonte: G1.com
Disponível em : http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/08/ministerio-estuda-meios-para-reduzir-fila-de-transplante-de-medula-ossea.html

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Treze estados começam a vacinar contra a hepatite A Imunização é oferecida pelo SUS apenas para crianças entre 1 e 2 anos incompletos


SUS oferece vacina contra hepatite A para crianças entre 1 e 2 anos André Sousa/Agência Brasília
Neste mês, 13 estados estão começando a vacinar as crianças de um ano completo até dois anos incompletos contra a hepatite A. O Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins têm a meta de, juntos, imunizar 1,1 milhão de crianças em um ano.
Ministério da Saúde incluiu, no fim de julho, a vacina no calendário nacional de imunização do Sistema Único de Saúde, porém, os estados têm autonomia para decidir quando começam a vacinar.  Segundo o Ministério da Saúde, todos os estados receberam as vacinas, que inicialmente serão aplicadas em dose única, com monitoramento para identificar a necessidade de uma segunda dose.
A hepatite A normalmente é benigna e raramente apresenta uma forma grave. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que ocorram por ano 130 novos casos a cada 100 mil habitantes.
Fonte: r7.com
disponível em:  https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6038891704479708321#editor/target=post;postID=182297477427506711

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

BS CARE: Uma aspirina por dia pode prevenir câncer, diz est...

BS CARE: Uma aspirina por dia pode prevenir câncer, diz est...:   Os pesquisadores alertam para efeitos colaterais, principalmente sangramentos causados pela droga (Foto: BBC) A ingestão de uma...

Uma aspirina por dia pode prevenir câncer, diz estudo Remédio precisa ser tomado por pelo menos cinco anos, mas médicos alertam que pode causar sangramento interno.

Os pesquisadores alertam para os efeitos colaterais, principalmente sangramentos causados pela droga (Foto: BBC)

 
Os pesquisadores alertam para efeitos colaterais,
principalmente sangramentos causados pela droga
(Foto: BBC)
A ingestão de uma aspirina por dia pode reduzir as chances de se desenvolver certos tipos de câncer, como de intestino e estômago, segundo um estudo britânico.
Os pesquisadores dizem que se cada cidadão britânico com mais de 50 anos tomasse um comprimido diariamente durante 10 anos, 122 mil mortes poderiam ser evitadas.
Cientistas da universidade Queen Mary, de Londres, analisaram cerca de 200 estudos sobre prós e contras da aspirina para a pesquisa, publicada pela revista médica Annals of Oncology.
No entanto, o estudo alerta que o remédio também pode provocar sangramento interno.
Os casos de câncer de intestino, estômago e esôfago chegam a ser reduzidos entre 30% e 40% pelo uso diário da aspirina.
Também foram encontrados indícios de que a droga pode também diminuir os riscos provocadas por câncer de mama, de próstata e de pulmão.
O estudo descobriu que pacientes precisam tomar o remédio por pelo menos cinco anos para obter algum benefício.
O coordenador da pesquisa, Jack Cuzick, da universidade Queen Mary, aconselha maiores de 50 anos a tomarem uma pequena dose (75mg) de aspirina por dia por uma década.
Para cada mil pessoas com mais de 60 anos que ingerirem a droga durante 10 anos, os resultados uma década depois seriam:
16 mortes a menos por cânceruma morte a menos por ataque cardíacoduas mortes a mais por sangramento internoEfeitos colaterias
O próprio professor Cuzick vem tomando aspirina diariamente, e afirmou que os efeitos colaterais não podem ser ignorados.
"Ainda assim, parece ser a coisa mais importante a ser feita para prevenir câncer, atrás apenas de parar de fumar e reduzir a obesidade. E provavelmente seria muito mais fácil de se implementar."
Os benefícios inclusive parecem continuar mesmo depois de as pessoas terem parado de tomar aspirina, embora não se saiba ao certo por quanto tempo.
Como o risco de sangramento interno cresce de acordo com a idade do paciente, os médicos sugerem que não se tome a droga por mais de 10 anos.
Além disso, também existem dúvidas acerca dos benefícios de doses maiores.
Entre os efeitos colaterais conhecidos, estão sangramentos no estômago e no cérebro.
O estudo constatou que 122 mil vidas poderiam ser salvas na Grã-Bretanha se todas as pessoas entre 50 e 64 anos tomassem uma aspirina diariamente. No entanto, estima-se que outras 18 mil morreriam por efeitos colaterais.
Entre os pacientes mais pré-dispostos a sangramentos estão aqueles que tomam medicação anticoagulante, fumantes e consumidores frequentes de álcool.
Uma representante da organização não-governamental Cancer Research UK, Julie Sharp, alertou contra a recomendação prematura da aspirina.
"Antes que ela possa ser recomendada na prevenção do câncer, algumas questões importantes precisam ser respondidas e novos testes precisam ser desenvolvidos para descobrir que pacientes têm mais chances de sofrer efeitos colaterais", afirmou Sharp à BBC.
Fonte: G1.com
Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/08/uma-aspirina-por-dia-pode-prevenir-cancer-diz-estudo.html

terça-feira, 29 de julho de 2014

Governo inclui vacina contra hepatite A no calendário de vacinação do SUS Meta do ministério é vacinar três milhões de crianças em um ano. Segundo ministério, país passa a oferecer 14 vacinas gratuitas.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (29) que vai incluir a vacina contra o vírus da hepatite A no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. A imunização vai ser direcionada a crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses. A meta do ministério é atingir 95% desse público, o que totaliza três milhões de crianças.
A vacina já está disponível nas unidades básicas de saúde pública de 11 estados (Acre, Rondônia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul) e do Distrito Federal, segundo o ministério.
Amazonas, Amapá, Tocantins, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Pará e Santa Catarina terão a imunização implantada no mês de agosto. Para setembro, ficarão os estado de Roraima, São Paulo e Paraná. Depois de outubro, a vacina ficará disponível sempre, segundo o Ministério da Saúde.
Já foram distribuídas 1,2 milhão de doses desde o início de julho. A distribuição segue até setembro.
Com a vacinação contra a hepatite A, o Ministério da Saúde passa a oferecer, de graça, 14 vacinas de rotina no calendário. Ainda segundo o ministério, com a nova vacina, o Brasil passa a ofertar todas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS)
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou que o investimento nas doses de vacina de hepatite A vai ser de R$ 111 milhões e vai "valer a pena" à medida que as mortes de crianças diminuírem. O governo estima reduzir em 65% o número de casos de Hepatite A e em 59% as mortes pelo vírus.
"Nós conseguimos reduzir o preço para R$ 19,85 a dose. São R$ 111 milhões para garantir a cobertura neste ano, mas à medida que a gente  conseguir reduzir os óbitos, esse investimento é um investimento que vale à pena”, afirmou o representante da pasta.
Hepatite A
A hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado. De acordo com a OMS, a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos no mundo. Nos países com precárias condições sanitárias e socioeconômicas, a Hepatite A apresenta alta incidência.
De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é considerada comum no Brasil, que é considerado uma área de risco para a hepatite A. Foram 3,2 casos para cada 100 mil habitantes em 2013. De 1999 a 2012, foram 761 mortes.
De 1999 a 2013 foram registrados 151.436 casos de Hepatite A no Brasil. A maioria dos casos se concentra nas regiões Norte e Nordeste do país, que juntas representam 55,8% das confirmações do vírus. De 2% a 7% dos casos apresentam a forma grave da doença, que leva à hospitalização e à morte.
A principal forma de contágio da doença é a fecal-oral, por contato entre as pessoas infectadas ou por meio de água e alimentos contaminados.
Fonte: G1.com
Disponível em : http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/07/governo-inclui-vacina-contra-hepatite-no-calendario-de-vacinacao-do-sus.html