segunda-feira, 14 de julho de 2014

BS CARE: Hostilidade, estresse e depressão aumentam risco d...

BS CARE: Hostilidade, estresse e depressão aumentam risco d...:   Estudo constatou que altos níveis de estresse, hostilidade e depressão aumentam risco de AVC (Foto: Voisin/Phanie) Ter sent...

Hostilidade, estresse e depressão aumentam risco de AVC, diz estudo Raiva, porém, não demonstrou aumentar riscos cardiovasculares. Estudo mostra que fatores psicológicos também são importantes para AVC

Estudo constatou que altos níveis de estresse, hostilidade e depressão aumentam risco de AVC (Foto: Voisin/Phanie) 
Estudo constatou que altos níveis de estresse,
hostilidade e depressão aumentam risco de AVC
(Foto: Voisin/Phanie)

Ter sentimentos de agressividade, cinismo ou hostilidade em relação às outras pessoas pode dobrar os riscos de acidente vascular cerebral (AVC) em adultos com mais de 45 anos, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira (10).
O estudo, publicado no periódico "Stroke", da Associação Americana do Coração, revelou que a depressão e o estresse excessivo também aumentam o risco de AVC, popularmente chamado de derrame.
Para fazer a pesquisa, mais de 6.700 adultos com idades entre 45 e 84 anos responderam a questionários sobre seu estado mental e seu comportamento.
Essas pesquisas avaliaram estresse crônico, depressão, raiva e hostilidade nesses indivíduos durante dois anos.  Os voluntários, que incluiam caucasianos, afro-americanos, hispânicos e asiáticos, não reportaram doenças cardíacas no início do estudo.
Eles foram acompanhados por um tempo que variou entre 8 e 11 anos, período no qual 147 tiveram AVC e 48 tiveram ataques isquêmicos transitórios (AITs), um bloqueio temporário do fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas descobriram que os indivíduos com os maiores níveis de hostilidade - medidos pela avaliação das expectativas cínicas de uma pessoa a respeito das motivações dos demais - foram mais de duas vezes mais propensos a sofrer AVC ou AIT, em comparação com aqueles indivíduos com menos hostilidade.
De forma similar, taxas elevadas de sintomas depressivos representam um risco 86% de sofrer AVC ou AIT. Nos cronicamente estressados, esse risco foi 59% maior.
De forma surpreendente, a raiva não foi associada com qualquer risco maior de derrame.
A associação entre os fatores psicológicos e o risco de AVC se manteve mesmo depois que os cientistas consideraram fatores como idade, raça, sexo, cuidados com a saúde e outros fatores reconhecidamente ligados ao AVC.
"Dão muita ênfase em fatores de risco tradicionais - níveis de colesterol, pressão sanguínea, tabagismo e assim por diante - e estes realmente são muito importantes, mas estudos como este mostram que as características psicológicas são igualmente importantes", disse a principal autora do estudo, Susan Everson-Rose, professora associada de medicina na Universidade de Minnesota, em Mineápolis.
Fonte: G1.com
Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/07/hostilidade-estresse-e-depressao-aumentam-risco-de-avc-diz-estudo.html

segunda-feira, 7 de julho de 2014

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Unidade Centro - Brás
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sexta-feira, 4 de julho de 2014

BS CARE: Pré-natal tem crescimento de 46,8% no Grande ABC

BS CARE: Pré-natal tem crescimento de 46,8% no Grande ABC: Ministério da Saúde apresentou os impactos do programa na assistência à população em seminário com gestores da região do Grande ABC. Em me...

Governo de SP lança rede para reduzir diagnóstico tardio de HIV Programa tem como objetivo eliminar a transmissão de mãe para filho

 
O Governo de São Paulo lança nesta quarta-feira (2) rede de combate à Aids que promete reduzir o diagnóstico tardio e mortalidade por Aids, aumentar a população testada, eliminar a transmissão vertical (mãe pra filho), aprimorar a assistência integral e qualificar ações de prevenção. Levantamento do Programa Estadual DST/Aids aponta que, em 2012 (dado mais recente), o Estado de São Paulo registrou 2.767 mortes pela doença, média aproximada de 7,6 mortes por dia.
De acordo com o governo estadual, para a rede de atenção básica, o programa prevê a capacitação dos profissionais de saúde para realizar ações de prevenção junto à comunidade e população vulnerável, disponibilizar materiais informativos, ofertar testagem sorológica, incluindo exames rápidos para gestantes em pré-natal e tratamento de outras importantes DSTs, como a sífilis.
Já a rede hospitalar será reorganizada a partir de três níveis distintos de capacidade de atendimento — unidades estruturantes, estratégicas ou de apoio.
Portadores do HIV têm mais defesa contra a gripe A
As unidades estruturantes precisam, entre outros aspectos, manter serviço de infectologia com referência para o tratamento de Sarcoma de Kaposi (câncer comum em portadores de Aids), cirurgias reparadoras de lipodistrofia (efeito colateral medicamentoso que provoca excesso de gordura no abdome, tórax e nuca) e apoiar pesquisas científicas.
As unidades hospitalares estratégicas necessitam manter equipes de infectologia capacitadas na rotina hospitalar da doença, no controle em regime de internação de infecções oportunistas e no diagnóstico e tratamento de agravos relacionados ao HIV/Aids. Já as unidades de apoio devem realizar internações de pequena e média complexidade ou internações de longa permanência voltadas à assistência e a reabilitação do paciente com HIV/Aids.
Os encaminhamentos dos pacientes para atendimento hospitalar serão intermediados pela Cross (Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde), da secretaria.
Os profissionais envolvidos pela nova rede de atendimento participarão de processos de capacitação, articulados entre o Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas e a Rede de Atenção Especializadas dos municípios.
Para integrar e criar maior dinâmica de acesso ao tratamento, o programa ainda prevê parcerias com a Rede Hebe Camargo de Combate ao Câncer (doença de importante incidência entre os portadores de HIV/Aids) e ao Programa Recomeço (em virtude da vulnerabilidade dos dependentes químicos à doença).
Fonte: R7.com
Disponível em: http://noticias.r7.com/saude/governo-de-sp-lanca-rede-para-reduzir-diagnostico-tardio-de-hiv-02072014