quinta-feira, 4 de setembro de 2014

BS CARE: Macacos imunizados com vacina anti-HIV brasileira ...

BS CARE: Macacos imunizados com vacina anti-HIV brasileira ...: 01/09/2014 06h00 ...

Macacos imunizados com vacina anti-HIV brasileira passam por testes Primeiro teste com primatas, feito em fevereiro, teve resultados positivos. Agora, eles receberam nova vacina com proteína do envelope do HIV.


01/09/2014 06h00 - Atualizado em 01/09/2014 06h00

Macacos imunizados com vacina anti-HIV brasileira passam por testes

Primeiro teste com primatas, feito em fevereiro, teve resultados positivos.
Agora, eles receberam nova vacina com proteína do envelope do HIV.

Mariana Lenharo Do G1, em Caxambu
O pesquisador Edecio Cunha Neto, do Instituto do Coração (Incor), que trabalha no desenvolvimento da vacina anti-HIV brasileira (Foto: Sergio Barbosa/Incor)O pesquisador Edecio Cunha Neto, do Instituto do Coração (Incor), que trabalha no desenvolvimento da vacina anti-HIV brasileira (Foto: Sergio Barbosa/Incor) Novos testes da vacina anti-HIV desenvolvida por pesquisadores brasileiros devem ter seus resultados concluídos no mês que vem, segundo o pesquisador Edecio Cunha Neto, do Instituto do Coração (Incor). O desenvolvimento da vacina foi tema da conferência de encerramento da XXIX Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimetnal (FeSBE), neste sábado (30).
A vacina, que está sendo desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP, do Incor e do Instituto Butantan, é composta de 18 fragmentos de DNA do vírus HIV, comprovadamente capazes de produzir uma resposta forte no sistema imune.
Em fevereiro, os pesquisadores anunciaram que testes da vacina feitos com quatro macacos tiveram resultados positivos. Os animais tiveram uma resposte imune até 10 vezes maior do que o que tinha sido observado em camundongos.
Agora, os mesmos animais passaram por uma nova vacinação, desta vez composta de uma proteína recombinante do envelope do HIV, que é a proteína da parte externa do vírus, que se encaixa nas células do organismo para invadi-las. “É de interesse fazer uma imunização que gere um anticorpo contra a proteína do envelope porque esses anticorpos podem recobrir o HIV e dificultar muito que ele consiga penetrar e invadir uma célula”, diz Cunha Neto.
O objetivo do teste é saber se os animais imunizados com a vacina com proteína do envelope seguida da vacina de DNA terão uma resposta contra a proteína do envelope melhor do que os animais que só receberam a vacina com a proteína. “Isso é o que a gente está testando exatamente agora e daqui mais ou menos um mês vamos ter os resultados.”
Próxima etapa
Na próxima etapa de testes, os fragmentos de DNA que compõem a vacina serão inseridos dentro de vírus atenuados de varíola e de adenovírus de chimpanzé. “A resposta é muito mais forte quando o antígeno está dentro de um vírus. A gente quer mudar de uma vacina de DNA para uma vacina usando vetor viral, que vai dar uma resposta muito mais forte em primatas e humanos”, diz o pesquisador.
A nova estratégia deve ser testada em quatro grupos de seis macacos no Instituto Butantan. No entanto, ainda não há uma previsão de data para a realização dos testes. Isso porque para trabalhar com vetor viral, que tem possibilidade de ser patogênico para o ser humano, são necessárias instalações especiais para hospedagem dos animais e realização dos procedimentos.
“Estamos esperando chegar um módulo pronto, que tem tudo preparado para receber os cerca de 30 animais, para que eles fiquem sem contato com o meio externo e de modo que todo material que sai de lá é incinerado.” Os testes só poderão prosseguir a partir da chegada dessas instalações, segundo o pesquisador.
Fonte:G1.com
Disponível em: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/09/macacos-imunizados-com-vacina-anti-hiv-brasileira-passam-por-testes.html

terça-feira, 26 de agosto de 2014

BS CARE: Japão se diz disposto a entregar tratamento experi...

BS CARE: Japão se diz disposto a entregar tratamento experi...: O Japão anunciou nesta segunda-feira (25) estar disposto a entregar um tratamento experimental elaborado por uma empresa nipônica para lu...

Japão se diz disposto a entregar tratamento experimental contra ebola Medicamento experimental foi elaborado por uma empresa nipônica. Ainda não existe nenhuma vacina ou antiviral homologado contra o ebola.

O Japão anunciou nesta segunda-feira (25) estar disposto a entregar um tratamento experimental elaborado por uma empresa nipônica para lutar contra o vírus ebola.
A atual epidemia da doença já matou mais de 1.400 pessoas em quatro países da África ocidental.
"Nosso país está disposto a entregar medicamento em cooperação com o fabricante se a Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitar", declarou o secretário-geral do governo, Yoshihide Suga.
Até o momento não existe nenhuma vacina ou antiviral homologado contra o ebola. Diante da atual epidemia, a comunidade médica internacional aprovou em meados de agosto os tratamentos experimentais.
O medicamento japonês se chama favipiravir (ou "T-705"). É comercializado pela Toyama Chemical, filial da empresa de imagens FujiFilm Holdings, com o nome Avigan.
Na comparação com o ZMapp, o soro experimental americano com o qual foram tratados com sucesso dois pacientes americanos, apresenta a vantagem de ter sido homologado em março no Japão como antiviral contra a gripe e está atualmente em fase de exames técnicos nos Estados Unidos.
"Antes mesmo da OMS tomar uma decisão, estamos dispostos a responder aos pedidos individuais (de médicos) sob certas condições porque é um caso urgente", declarou Suga.
"Temos estoque suficiente para mais de 20 mil pessoas", completou.
A atual epidemia, a mais grave desde a descoberta do vírus em 1976, deixou pelo menos 1.427 mortos na Libéria, Serra Leoa, Guiné e, em menor medida, Nigéria, segundo a OMS.
Fonte: G1.com
Disponível em : http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/08/japao-se-diz-disposto-entregar-tratamento-experimental-contra-ebola.html

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Ministério estuda meios para reduzir fila de transplante de medula óssea Hoje, há cerca de 200 pacientes com doadores compatíveis, mas sem leito. Ministério propõe remanejamento de pacientes e aumento de vagas.

 Falta de doadores compatíveis vitimaram advogada de 42 anos em Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)
Atualmente, existem no Brasil cerca de 200 pacientes com indicação receber um transplante de medula que já encontraram doadores compatíveis no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), mas que não se submeteram ao procedimento por falta de vagas adequadas nos hospitais.
O Ministério da Saúde anunciou, na últimas semana, que está estudando medidas para diminuir o tempo de espera por um transplante desse tipo. Elas devem ser postas em prática no início do ano que vem, de acordo com Heder Murari Borba, coordenador do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). As medidas devem incluir o aumento do número de leitos para esse tipo de transplante, além da criação de um sistema coordenado pelo próprio Ministério para remanejar pacientes entre diferentes regiões do país.
O anúncio foi feito no XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), que aconteceu no final da semana passada em Belo Horizonte.
O Brasil fez, em 2013, 1.813 transplantes de medula óssea, dos quais 1.144 foram autólogos (o paciente recebe sua própria medula, depois que ela passa por um tratamento) e 669 foram alogênicos (o paciente recebe a medula de um doador). Dos transplantes alogênicos, 220 foram não aparentados (o doador é localizado no Redome e não na família do paciente). Este último é o procedimento mais complexo, para o qual os pacientes têm de esperar mais tempo.
Com a atual estrutura, levaria cerca de um ano apenas para realizar os 200 transplantes dos pacientes que já aguardam na fila. Segundo a médica hematologista Lúcia Silla, presidente da SBTMO, pacientes chegam a esperar mais de 30 meses a partir do diagnóstico para fazer esse tipo de transplante.
Mudanças
O governo estuda fazer com que o oferecimento de leitos para transplante de medula óssea seja coordenado pelo Ministério da Saúde. Desta forma, quando um paciente conseguir um doador compatível e não houver vaga no centro onde ele é tratado, a pasta poderá localizar outro centro em outra parte do país que possa receber o paciente para que ele faça o procedimento no menor tempo possível.
Além disso, o Ministério pretende ampliar o número de leitos nos 29 centros que já oferecem esse transplante de alta complexidade. Borba explica que, por leito, entende-se não só a vaga, mas também toda a estrutura de atendimento e a equipe multidisciplinar necessárias para esse tipo de transplante. A intenção do ministério é aumentar a capacidade para 400 transplantes de medula óssea não aparentados por ano.
Fonte: G1.com
Disponível em : http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/08/ministerio-estuda-meios-para-reduzir-fila-de-transplante-de-medula-ossea.html

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Treze estados começam a vacinar contra a hepatite A Imunização é oferecida pelo SUS apenas para crianças entre 1 e 2 anos incompletos


SUS oferece vacina contra hepatite A para crianças entre 1 e 2 anos André Sousa/Agência Brasília
Neste mês, 13 estados estão começando a vacinar as crianças de um ano completo até dois anos incompletos contra a hepatite A. O Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins têm a meta de, juntos, imunizar 1,1 milhão de crianças em um ano.
Ministério da Saúde incluiu, no fim de julho, a vacina no calendário nacional de imunização do Sistema Único de Saúde, porém, os estados têm autonomia para decidir quando começam a vacinar.  Segundo o Ministério da Saúde, todos os estados receberam as vacinas, que inicialmente serão aplicadas em dose única, com monitoramento para identificar a necessidade de uma segunda dose.
A hepatite A normalmente é benigna e raramente apresenta uma forma grave. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que ocorram por ano 130 novos casos a cada 100 mil habitantes.
Fonte: r7.com
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