Vacinação contra a poliomielite começa neste sábado e vai até 6 de julho.
Último caso registrado da doença no país ocorreu na Paraíba, em 1989.
O governo federal lançou nesta quarta-feira (13) a Campanha Nacional
de Vacinação contra a Poliomielite, que terá início em todo o país no próximo
sábado (16). A meta é vacinar contra a paralisia 13,5 milhões de crianças –
95% do público-alvo da campanha, que é de 14,1 milhões – em todos os
estados. A campanha segue até 6 de julho.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foram compradas mais
doses do que a meta de vacinação, para que as crianças que não forem
imunizadas possam ser vacinadas, independentemente da campanha.
de Vacinação contra a Poliomielite, que terá início em todo o país no próximo
sábado (16). A meta é vacinar contra a paralisia 13,5 milhões de crianças –
95% do público-alvo da campanha, que é de 14,1 milhões – em todos os
estados. A campanha segue até 6 de julho.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foram compradas mais
doses do que a meta de vacinação, para que as crianças que não forem
imunizadas possam ser vacinadas, independentemente da campanha.
De acordo com o Ministério da Saúde, todas as crianças menores de 5 ano
s precisam ser imunizadas. É necessário que os pais levem a caderneta de
vacinação para atualização e verificação de quais vacinas faltam ser aplicadas.
s precisam ser imunizadas. É necessário que os pais levem a caderneta de
vacinação para atualização e verificação de quais vacinas faltam ser aplicadas.
Segundo Padilha, haverá cerca de 115 mil postos de vacinação em todo o país,
distribuídos entre unidades de saúde da rede pública, associações, rodoviárias,
escolas, entre outros locais.
distribuídos entre unidades de saúde da rede pública, associações, rodoviárias,
escolas, entre outros locais.
"Para o SUS [Sistema Único de Saúde], a campanha tem poder muito grande. Nós
temos um ganho importante com esses projetos. As crianças terão a chance
de atualizar o calendário de vacinas, o Brasil proteger as crianças contra a pólio",
disse Padilha.A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações,
Carla Domingues, informou que quem receber a imunização a partir de agosto
terá ministrada a vacina injetável nas duas primeiras doses. "As estapas
que faltarem, no caso a terceira
e a quarta, serão orais", disse. A criança que receber a vacina oral durante a
campanha receberá três reforços também de forma oral.
temos um ganho importante com esses projetos. As crianças terão a chance
de atualizar o calendário de vacinas, o Brasil proteger as crianças contra a pólio",
disse Padilha.A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações,
Carla Domingues, informou que quem receber a imunização a partir de agosto
terá ministrada a vacina injetável nas duas primeiras doses. "As estapas
que faltarem, no caso a terceira
e a quarta, serão orais", disse. A criança que receber a vacina oral durante a
campanha receberá três reforços também de forma oral.
O ministério informou ainda que serão distribuídas 23 milhões de doses da vacina
oral. Serão investidos R$ 37,2 milhões em repasses ao Fundo Nacional de Saúde
para estados e municípios aplicarem as vacinas. Alexandre Padilha informou que
cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha.
oral. Serão investidos R$ 37,2 milhões em repasses ao Fundo Nacional de Saúde
para estados e municípios aplicarem as vacinas. Alexandre Padilha informou que
cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha.
Último registro
O último caso da doença registrado no país foi em 1989, na Paraíba. Em 1994, o
Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de
eliminação da doença. De acordo com o ministério, não existe tratamento para a
pólio e a única prevenção é a vacina.
Entre 2007 e 2011, 35 países registraram casos de poliomielite. "Afeganistão,
Nigéria e Paquistão ainda são países considerados endêmicos, ou seja, a doença
ainda se propaga de forma continuada. Por isso devemos manter a prevenção
no país, apesar da erradicação do vírus desde a década de 1990", afirmou o
secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Doença
Poliomelite, pólio ou paralisia infantil é uma doença contagiosa que atinge o sistema
digestivo e se expande ao sistema nervoso e pode causar paralisia e deformações
no corpo. A enfermidade atinge, principalmente, crianças com até 5 anos.
O último caso da doença registrado no país foi em 1989, na Paraíba. Em 1994, o
Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de
eliminação da doença. De acordo com o ministério, não existe tratamento para a
pólio e a única prevenção é a vacina.
Entre 2007 e 2011, 35 países registraram casos de poliomielite. "Afeganistão,
Nigéria e Paquistão ainda são países considerados endêmicos, ou seja, a doença
ainda se propaga de forma continuada. Por isso devemos manter a prevenção
no país, apesar da erradicação do vírus desde a década de 1990", afirmou o
secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Doença
Poliomelite, pólio ou paralisia infantil é uma doença contagiosa que atinge o sistema
digestivo e se expande ao sistema nervoso e pode causar paralisia e deformações
no corpo. A enfermidade atinge, principalmente, crianças com até 5 anos.
O vírus da doença se desenvolve na garganta ou nos intestinos e se espalha pela
corrente sanguínea, ataca o sistema nervoso e paralisa os músculos das pernas.
Em outros casos, pode até matar, quando o micro-organismo paralisa músculos
respiratórios ou de deglutição.
corrente sanguínea, ataca o sistema nervoso e paralisa os músculos das pernas.
Em outros casos, pode até matar, quando o micro-organismo paralisa músculos
respiratórios ou de deglutição.
Fonte:http://g1.globo.com
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